outubro 19, 2020

A Arte da Guerra


Antes de ler eu achava que o livro era um relato de guerra e que as coisas aprendidas serviam para o mundo dos negócios, já que ele é muito citado nesse meio. No decorrer da leitura eu percebi que era literalmente um manual de guerra que dava instruções de como agir e pensar, para de fato vencer a guerra, é claro que é possível aprender muitas coisas aplicáveis ao mundo corporativo, mas não é algo que é explicito durante a leitura, você precisa refletir um pouco para encontrar a sua aplicabilidade, talvez por essa impressão que muitas pessoas dizem que não encontram nele o porque de ser tão recomendado para a area. Mas, se levar em consideração que é preciso você conhecer a si mesmo (como general); conhecer as outras pessoas (o inimigo) conhecer a situação em que precisa agir (o campo de batalha) saber o momento e a maneira certa de agir (a estratégia) você será capaz de vencer qualquer dificuldade ou problema da vida (a guerra). Então, além de ser usado como metáfora para aprendizados nas empresas e nos negócios, é um livro que pode ser usado para ensinamentos em muitas outras situações. 

Por ser um livro curto de leitura rápida, não temos muito o que discorrer sobre ele, recomendo muito a leitura, mas que seja feita de mente aberta sem esperar que literalmente estejam escritas as palavras: empresa, ambiente de trabalho, gerente, equipe e etc.


Sobre o Autor:

Sun Tzu foi um general, estrategista e filósofo chinês, principal nome relacionado a escola militar de filosofia chinesa. É mais conhecido por seu tratado militar, A Arte da Guerra, composto por 13 capítulos de estratégias militares.

Alguns historiadores entram em divergência quanto a sua existência, pois tradicionalmente Sun Tzu vivera no período das primaveras e outonos da China (722 a.C. - 481 a.C.) como general do Rei Hu Lu.  Mas, alguns historiadores mais recentes que admitem a sua existência datam o seu trabalho, A Arte da Guerra, do Período dos Reinos Combatentes (476 a.C. - 221 a. C.) baseado nas descrições de guerra do livro e pela semelhança do texto com o outros trabalhos feitos no inicio do período dos Reinos Combatentes.

Editora: Nova Fronteira
Nota: 7

"Se a batalha tem grande possibilidade de resultar em vitória, deve-se lutar, ainda que o soberano o  proíba; se a batalha prometer algo diferente da vitória, não se deve lutar, ainda que o soberano o exija."

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